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T?tulo: Artif?cio po?tico de James Joyce: psican?lise e arte


Autora:

Dinara Gouveia Machado Guimar?es

Resumo: A apresenta??o consiste de uma amarra??o do Joyce liter?rio, do Joyce psicanal?tico e do Joyce cinematogr?fico. Coloco em cena a abertura do romance Retrato do artista quando jovem (A portrait of the artista as a Young man). Trata-se de uma interven??o pontual em que ponho em discuss?o o artif?cio po?tico do escrito.

 Artif?cio po?tico de James Joyce: psican?lise e arte

Joyce liter?rio.

Joyce adota uma esp?cie de mandamento est?tico ao se tornar ?autor das epifanias?. Ele n?o pensou a epifania como apari??o divina ou celebra??o religiosa do divino. Para ele, a epifania consistia em vislumbrar no vulgar
o que n?o era vulgar, no ordin?rio, o extraordin?rio. Assim a epifania se transformou em um conceito liter?rio e pag?o.
Para compor suas epifanias, Joyce foi um garimpeiro de insignific?ncias, at? o fim da vida. Ele n?o desprezava nada do que se passava ao seu redor.
Anotava lapsos de linguagem, anedotas, charadas, trocadilhos - jogos de palavras que, parecidas no som e diferentes no significado, d?o margem a equ?vocos - e grande parte deste material seria transportado depois para seus livros. Muitas de suas inspira??es as buscava em personagens vulgares - dos que bebiam a tradicional cerveja quente de Dublin enquanto contam vantagem nos esfuma?ados pubs da cidade. Percorre isso de uma maneira cortante. Trabalha com o vulgar do povo que tem divino e transforma-o em um vulgar vangoguiano como ? O tamanco de Van Gogh.
O escritor usava como mat?ria-prima, a voz do pai com seus efeitos de humor.

Resgatava a des-import?ncia dos fatos. Para ele, importava o sentido transcendente da vida, sua magia. ? dos restos que sua arte vige, ? dos in-utens?lios (1) que ela se faz.
Por fim, as epifanias, ?s vezes em um poema, ?s vezes em um fragmento de di?logo, o levaram a transfigurar a pr?pria l?ngua inglesa.
Para Ant?nio Houaiss, no Retrato do artista quando jovem est?o contidos em germe os materiais b?sicos da cria??o do artista. O romance, apesar da linearidade da narrativa, reporta aos esbo?os do mon?logo interior que se transforma no meio para a constru??o do Ulisses e para a capta??o on?rica de
Finnegans Wake donde a sua import?ncia.
Entretanto, a import?ncia deste romance n?o pode s? ser considerada em rela??o ? caminhada liter?ria, mas tamb?m, porque a psicose Joyce, ou seja, aproxima-se da psicose, mas n?o ? psicose porque escreve, ? este embri?o de tudo o que vai acontecer no Ulisses e no Finnegans Wake e que acaba por
torn?-lo um autor-art?fice de significantes.

Joyce psicanal?tico.

Desde as primeiras p?ginas do romance, Joyce faz uma mistura de escritura com auto-retrato sobre Stephen, uma esp?cie de enigma do olhar a ser decifrado. Quando a m?e se zanga e censura ao filho o mau comportamento, a
tia Dante furiosa amea?a de a ?guia vir e arrancar seus olhos. ? uma cena terrificante, na verdade, mas encontra solu??o em verso. Al?m disso, o olhar da ?guia que quer seus olhos e a voz de censura evocada pelo super eu, ilustra claramente a defini??o da paran?ia proposta por Jacques Lacan, ?... uma voz que sonoriza o olhar que a? ? prevalente? (2). Eis o estribilho do verso introduzido no corte da cena:

Ent?o voc? diz isso outra vez?
Ah! Voc? vai dizer outra vez
Ent?o voc? diz isso outra vez?
Ent?o voc? diz isso outra vez?
Arranca os olhos desse fregu?s!
Arranca os olhos desse fregu?s!
Ah! Ele n?o diz mais outra vez! (3)

Rico em acentua??es r?tmicas, liga??es entre letras pelo som das palavras, o estribilho repete o verso com que as palavras rimam. Segundo o escritor, ele ouve as palavras como se fosse uma m?sica (4). Isso mostra que suas
associa??es s?o meton?micas.
Na seq??ncia do romance, ao lado da met?fora que consiste da substitui??o significante, de uma palavra ? outra, de um significante a outro, o que ? pr?prio da met?fora liter?ria, h? a met?fora meton?mica que n?o se completa,
sempre irredut?vel ?s palavras, mas que alcan?a um n?vel em que o significante e o significado se estabilizam. Origina-se a met?fora negativa, o modelo da met?fora delirante, segundo Lacan, fora do padr?o ou fora da significa??o f?lica, logo, uma met?fora imposs?vel (5).

O escritor mistura o di?logo interior na voz de dentro dele, com as l?nguas (6), com os barulhos, por exemplo, o som do ralo quando a ?gua escoa na pia, ?... era direitinho uma palavra? (7), escreve ele. ? medida que vai fazendo uma reconstitui??o pessoal com as pessoas da cidade pequena em que foi
criado, ao mesmo tempo fala de Napole?o ou outros grandes homens da hist?ria, conta o que eram esses personagens no seu mundo.  ? met?fora, sim. E um quase del?rio alucinat?rio.
Al?m disso, as pessoas deixam de ter o imagin?rio para ser ou uma bochecha pintada, um cabelo, um dedo, uma unha, um pesco?o, um nariz, uma coisa que vai passando. ? uma situa??o que pode se tornar um significante. Trabalha com os elementos humanos e com os sinais, seja uma gravata, um cheiro como
fragmentos parciais, meton?micos. Dessa forma, n?o constr?i a cena a partir dos sentimentos dos personagens, mas com o elemento insignificante que cai da cena para transform?-lo no m?gico momento epif?nico.

A ?guia, um p?ssaro falicizado, ? o significante que aparece no objeto. Isto poderia me conduzir a explicar a obra pela subjetividade do artista confundindo-a com a obra enquanto um sintoma. Mas minha inten??o ? expor o
mecanismo de inven??o do artista sem o menor intuito de analis?-lo. N?o escrevo sobre a amea?a de castra??o ou a amea?a de sedu??o sexual na inf?ncia. N?o pretendo escrever sobre Joyce; ? luz da psican?lise, sim.
Joyce come?a poetizando com a frase: Ah! Voc? vai dizer outra vez fregu?s!
E finaliza; Ah! Ele n?o diz mais outra vez!
O escrito de Joyce ? um circuito das puls?es parciais cuja combina??o pode cumprir a fun??o de uma mensagem por ele trazida ? cultura humana ou de um recado ? autoridade paterna. ? um canto de in?meras vozes na tentativa de uma unifica??o, de um desvio no olhar feroz do Outro e do corte no olhar da captura que emerge na realidade, por  enquadrar o objeto na folha de papel. ? o ato equivalente da tentativa de cura realizada pelo del?rio.

H? uma prote??o que se relaciona n?o com uma paralisa??o e sim com o movimento no ato de escrever. Este ? o fundamento da melhora do sujeito psic?tico que se dedica ao escrito. Ele costura o del?rio por meio de um artif?cio. Trata-se de um cerzimento como o que se faz na costura: cose-se um remendo com tal arte que o pano n?o pare?a remendado, mas cont?nuo.
Afinal, a arte ? um artif?cio desde que nasce com o artes?o ao modelar o vaso. Ele faz com as m?os o significante e cria o vazio.

Se o escrito teve para Joyce a fun??o de barrar o olhar furioso do Outro do qual ? sua presa, ele faz uma substitui??o ou supl?ncia (8). A loucura na arte ? fazer a arte com a pr?pria loucura, o que o m?todo paran?ico cr?tico de Salvador Dali, ilustra: um m?todo de conceber a realidade e fazer arte, a partir da associa??o sistem?tica delirante (9).

Joyce cinematogr?fico.

O escritor enquadra o olhar na composi??o liter?ria das letras com a imagem do personagem por fora e por dentro, ao mesmo tempo estranho e familiar.
Importa-se com a seq??ncia de cenas como os planos de um filme que se caracterizam por uma certa unidade de a??o, constituindo o todo sob a rela??o de uma a??o dram?tica determinada.
A prop?sito, o document?rio, do cineasta Mohsen Makhmalbaf, no cinema novo iraniano, ? o que est? no Joyce. Com os mecanismos associados aos sons como materialidade comunicativa enriquecida por suas  significa??es, Makhmalbaf vai simbolizando e, deste modo, a seq??ncia dos fatos transfigura o cotidiano que termina por trazer ? luz a virtualidade, no sentido de Epifania definido por Joyce, como uma s?bita manifesta??o espiritual, que, em um momento evanescente, permitem vislumbrar, no cotidiano a ess?ncia de um ser ou situa??o humana (10).
Portanto, Joyce ensina que o ser falante faz sintoma, advindo esse ao ponto irredut?vel de sua funda??o quando foi engendrado pelo significante. Como escritor, a insubmiss?o aos grilh?es da l?ngua o fez duplamente strangeiro;
em sua pr?pria l?ngua e na l?ngua criada. Sua escrita produz efeitos no Real vindo ao ponto em que a cura psicanal?tica opera quando, ao jogar com o sentido, pode modificar o ?sinthoma?: antiga grafia de sintoma escrita por
Lacan no seu semin?rio Le synthome para designar aquilo que n?o cai, mas transforma-se, sendo poss?vel gozo, desejo sexual.

Notas:

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(1) Cf. BARROS, Manoel de.  Gram?tica expositiva do ch?o - Poesia quase toda. Rio de Janeiro: Civiliza??o Brasileira, 1990, p.12.
(2) LACAN, Jacques.

R.S.I. Ornicar? Paris: n.5, p.3-66, 1975/76.
(3) JOYCE, James.

Retrato do artista quando jovem. Rio de Janeiro: Civiliza??o Brasileira, 1970, p.263.
(4) JOYCE, James.

Retrato do artista quando jovem.

Rio de Janeiro: Civiliza??o Brasileira, 1970, p.20.
(5) Cf. LACAN, Jacques.

Le traitement possible de la psychose.

In: ?crits, Paris: Seuil, 1966, p.557.
(6) Cf. CINTRA, Ant?nio Carlos.

O lusobrasileir?s no Finnegan?s.  

S?o Paulo: Olavobr?s, 2003, p .13-30.
(7 ) JOYCE, James.

Retrato do artista quando jovem.

Rio de Janeiro: Civiliza??o Brasileira, 1970, p.6.
(8) Cf. LACAN, Jacques et al.

Le synthome. Ornicar? Paris, n.3, p. 15.
(9) Cf. GUIMAR?ES, Dinara.  

Voz na luz: psican?lise e cinema. 

Rio de Janeiro: Garamond, 2004, p 51-56.
(10) C. JOYCE, James. Stephen Hero.  

London: Jonatan Cape, 1950, p.188.

 

 

 

Title: Joyce's poetic device: psychoanalysis and art


Author:

Dinara Gouveia Machado Guimar?es

Title: Joyce's poetic device: psychoanalysis and art Author: Dinara Gouveia Machado Guimar?es  The text brings about a joint taking Joyce in literature, Joyce in cinema and Joyce in psychoanalysis by means of a poetic device. For this purpose I am working through the opening scene of the novel A portrait of the artist as a Young man.

Joyce's poetic device: psychoanalysis and art.


Joyce in literature.

Joyce adopted a kind of aesthetic command in order to become the ?author of the epiphanies?. He thought the epiphany as a divine apparition or a religious celebration of the divine. For him, the epiphany consists in seeking something that is not vulgar in vulgarity, the extraordinary in what is ordinary. He transforms the epiphany in a literary and pagan concept.
In order to compose his epiphanies, Joyce was a seeker of trivialities, until the end of his life. He did not neglect anything of whatever happened around him. He wrote down puns, lapsus, anecdotes, calembours - playing with
words with similar sounds and different meanings which may lead to misunderstandings - and most part of this material would be transported afterwards to his books. He searched most of his inspirations in vulgar characters - among those who drank the traditional hot beer in
Dublin happening in the smoky pubs of the city. He goes on with this in a cutting way. He works with the ordinary of the people that has a divine grain and transforms this into a Vangoghuian vulgar, like the Vangoghian sabot.

The writer used his father?s statements as a raw material for his humorous effects. He rescued the un-importance of facts; he worried with the transcendental sense of life, its magic. The stuff of which his art is made of rests, it is made of un-tools (1). Finally, the epiphanies, sometimes in a poem, sometimes in a fragment of dialogue, made him transfigure the very
English language.

For Antonio Houaiss, the Portrait of the Artist as a young man contains the basic materials of the artist?s creation in status nascendi, in spite of the linearity of the narrative. It reports the designs of the interior monologue that transforms itself in the bone for the building of Ulysses and for the oniric grasping of Finnegans Wake and finally makes an author- artisan of signifiers. This is the importance of this novel.


Meanwhile, this importance must not be considered only in function of his literary path, but also because Joyce?s psychoses, is the embryo of all that is going to happen in Ulysses and in Finnegans Wake and that finally makes
him become an author-artificer the signifier.

Joyce in psychoanalysis.

Since the first pages of the novel, writing and self-portrait are mixed up about Stephen, a kind of enigmatic gaze to decipher. When the mother gets angry and scolds Stephen the son for his behaviour, furious aunt Dante threatens him the eagle will pull out his eyes. It is a terror, actually, but finds its solution in verse. Besides, the eagle willing his eyes and the censor?s voice evocated by the mother?s super-ego, clearly illustrates Jacques Lagan?s definition of paranoia: ?? a voice that makes the prevailing
gaze sound? (2). Here the verse of the poem is introduced in the scene?s cut:

Pull out his eyes,
Apologize,
Apologize,
Pull out his eyes.

Apologize,
Pull out his eyes,
Pull out his eyes,
Apologize.(3)

Rich in rhythmic accents, in connections between letters by the words? s sounds, the verse repeats the poem in which the words rhyme. According to the writer, he listens the words as if they were music (4). This shows that his associations are metonymic.
In the sequence of the novel, in the side of the metaphor, that consists in signifiers substitution, from one word to the other, that belongs to literary metaphor, there is the metonymic metaphor that does not complete,
always irreducible to words, but achieves a level in which the signifier and the meaning become stable. The negative metaphor is originated, the model of the delusional metaphor, out of patterns or out of meaning,
phallic, thus, an impossible metaphor.
The writer mixes up the interior dialogue of the voice inside him, with the noises, with the languages (6), with the people like the sound of the drainage when the water falls into the hole of the sink, exactly a word (7).
While he makes up the personal reconstitution with the people in the small town in which he has grown up and at the same time, he speaks of Napoleon, or about other great men in history, he tells what these people were in his
own world. This is a metaphor. Yes. It is almost an hallucinatory delusion.
Besides this, the people part from the imaginary they belong, just to be a cheek, a hair, a finger, a neck, something that is moving from place to
place. It is a situation that can become a signifier. It works with human elements, with the signals, may it be a tie, a nose as partial metonymic objects and goes on building up a scene beginning by the character?s
feelings, but with the trivial elements that had fallen from the scene to transform them in the magic epiphanic moment.
As regards the eagle in the opening scene, a phallic bird, is the signifier appearing in the object. This could lead me to explain the artist?s
subjectivity by means of his work, that is to say, to confuse the work as a symptom. However, I intend to expose the mechanism of the artist?s invention without trying to analyze it, I do not write about the castration?s threat, or about the threat of sexual seduction in childhood. I do not intend to write about Joyce; Yes, I do it, in the light of psychoanalysis.
Joyce begins to poetize with the phrase: Pull out his eyes. And ends: Apologize.
His writing is a circuit of the partial drives and its combinations can accomplish the function of a message brought by it to the human culture or a message to the father?s authority. It is a song of multiple voices trying to unify, besides and, besides it is deviation in the fierce gaze of the Other and a cut in the gaze of the capture emerging in reality, when framing the object in the sheet of paper. It is the act equivalent to a cure accomplished by delusion.
       There is a function of protection that is not connected to paralyzation, but to a movement in the act of writing. This is the basis of the
improvement of the psychotic subject when devoted to writing. He gives the final touch to delusion by means of an artifice. It has to do with a drive?s artifice like the fine drawing. It's like a darn in the sewing: one sews the pieces of a torn cloth so that nobody notices or hardly notices the joining seams.  After all the art is an artifice since it arises with the artisan when modelling a vase.  He makes the signification with his hands and creates the void.
       Whenever art had for Joyce the function of barring the fierce gaze of the Other from which he is a prisoner, he makes a substitution  (8).  Madness in art is making art with his own madness, illustrated by Salvador Dali?s critic paranoiac method: a method to conceive reality and to make art, beginning from the systematic delusional association (9).


Joyce and the movies.

The writer frames the gaze in the literary composition of letters with the image of the character, both strange and familiar at the same time. He takes care of the sequence of scenes like the plan of a film characterized by a certain unity of action.
       

By the way, the documentary of cineast Mohsen Makhmalbaf  in the new Iranian movies, is what is in Joyce. By the mechanisms associated to the sounds as communicative materiality make rich by its meanings, Makhmalbaf symbolizes and in this way, the sequence of the facts that transfigure daily life and finally brings to light the virtuality, in the sense of Epiphany defined by Joyce, as a sudden manifestation of the spirit that, in a
vanishing moment, make to appear in daily life, the essence of a being or human situation (10).
Therefore, Joyce teaches that the speaking being makes symptom, which comes to the irreducible point of his foundation when he was originated by the signifier. As an artist, the in-submission to the chains of language and the
created language makes him to be a foreigner, in a double sense: in his own language and in the created language. His writing produces effects in the Real coming to the point in which the psychoanalytic cure operates when,
playing with sense, can modify the ?sinthome?; ancient graph for symptom written as such by Lacan in his seminar The sinthome to designate that what does not falls, but transforms itself, making possible jouissance and sexual desire.

Notes:[


(1) Cf. BARROS, Manoel de.  Gram?tica expositiva do ch?o - Poesia quase toda.
Rio de Janeiro: Civiliza??o Brasileira, 1990, p.12.
(2) LACAN, Jacques.

R.S.I. Ornicar? Paris: n.5, p.3-66, 1975/76.
(3) JOYCE, James.

Retrato do artista quando jovem. Rio de Janeiro:
Civiliza??o Brasileira, 1970, p.263.
(4) JOYCE, James.

Retrato do artista quando jovem.

Rio de Janeiro: Civiliza??o Brasileira, 1970, p.20.
(5) Cf. LACAN, Jacques.

Le traitement possible de la psychose. In: ?crits, Paris: Seuil, 1966, p.557.
(6) Cf. CINTRA, Ant?nio Carlos.

O lusobrasileir?s no Finnegan?s.  

Sao Paulo: Olavobr?s, 2003, p .13-30.
(7 ) JOYCE, James.

Retrato do artista quando jovem.

Rio de Janeiro: Civiliza??o Brasileira, 1970, p.6.
(8) LACAN, Jacques et al. Le synthome. Ornicar? Paris, n.3, p. 15.
(9) Cf. GUIMAR?ES, Dinara.  

Voz na luz: psican?lise e cinema.
Rio de Janeiro: Garamond, 2004, p.51-56.
(10) C. JOYCE, James. Stephen Hero.

 London: Jonatan Cape,  1950, p.188.